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Juninho
Distorcoes de Insetos.
Escrito por Juninho. Die

A própria decepção, como ele consegue por isso em você?
É amargo e feio na confusão? Ou é doce?
Por que você acredita naquelas vozes?
A própria decepção na sua boca ele colocou
Não se esqueça dos olhos que você vê agora e o destino

"Se amor é tudo na vida, porque viver, já que amar é costume para nós?"

Eu não posso viver no meio de mim mesmo, pessoas como eu, quero dizer
Tirando os pensamentos, erros, somos comuns
Eu não quero existir no meio do que chamamos de sociedade
O equilíbrio? Serve apenas para que? Botarmos medo, em que, me pergunto
Morrer não é razão para eu viver, não há mais razão para viver aqui
o mundo é totalmente confuso e surpreendente

O Sussurro que escuto dez dos meus quatorzes anos não para
Junto com o esfolamento do que já morreu por dentro
Destrua pensamentos e sonhos, fique histérico.

Seja... Simplesmente humano
Simplesmente do jeito que nasceu
Nasceu para fazer aquilo que faz tão bem

Papai quando irei sair do paraíso?
Para que eu possa viver bem!
Eu quero poder brincar de suicídio
Onde isso seja incomum! Me entende?

Um garoto aponta para você mesmo e vê em sua volta quantos rostos ele poderia ter
Nem a melhor face significa algo para o céu claro, um pobre da solidão
E eu os vejo sorrindo e acham que são importantes em algum lugar, la
No final esquecem que são todos iguais

Meu destino
Morrerei em um mundo de mentiras e decepções
A procura de realizar meus sonhos impossíveis.

Autor: Juninho. Die