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Cláudia Banegas
Poema símplice (indriso em duas diástoles)
Escrito por Cláudia Banegas


Neste poema símplice, canto meus versos mais íntimos.

Levo aos lábios a taça da minha alegria,
incoerente, emotiva e pagã,
em essência harmônica e mágica.

Meus trajes exalam aroma doce.

Ar fecundo me permeia os espaços.
Minha alma é clara e intangível.
Minha presença é sedutora, marcante e agridoce.