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João Victor
O Tráfico é a Carta na Manga
Escrito por João Victor

Carta Na Manga
Futebol? Carnaval? BBB?

O tráfico é a carta na manga. Sempre foi. Há muitos ainda que se enganam. Acabar com ele? Jamais. Ele é o alicerce da direita. Pode até soar paradoxal, um ato esquerdista ser a carta-na-manga de um movimento de direita. Não é paradoxal, é totalmente real.

O tráfico é a carta na manga da direita, independente do governo que tenhamos. Será o tráfico que manterá a corrupção que nós temos em nosso país. Por quê? Pois é ele que desvia toda a atenção das falhas do nosso sistema, todos os problemas que são o ímpeto de nossa nação idolatrada, salve, salve! A vergonha alheia, a arma deles: assim é o tráfico contra e a favor de todos nós. Vence quem possui mais dinheiro.

Operações? Vamos acabar com o tráfico? Balela!

Vence quem possui o maior arrego e do quão maior a quantia que será levada pra casa; muitos poderiam falar que são contra a corrupção, mas quem não gostaria de ganhar 1 milhão de um dia para o outro? É o mesmo que ganhar na mega-sena no mesmo dia que acabou de apostar nos 6 números. É uma tarefa árdua, muito árdua.

Hoje, possuímos uma Ditadura-democrata, uma ditadura que só importa um comandar: a política do pão-e-circo. Não venham falar só de futebol ou novelas, é a política da enganação: se você fizer bem para mim, eu farei o bem para você sem olhar a quem. A lei da reciprocidade.

E assim se desenvolve a nossa sociedade brasileira, corrupta como sempre. Ordenhada por uma desordem e progredida sem progresso que culmina cada vez mais uma massa de "coitados" e "hipócritas" que fazem parte do povo e do governo.

E você ainda sonha que poderemos ter um país melhor?
 

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Manuella Costa Pires
Minha Opinão sobre Corrupção
Escrito por Manuella Costa Pires

corrupcao
                  Quem nunca fez uma chantagenzinha em troca de um favor? Quem não usou o tal "jeitinho brasileiro" a seu favor? Será que existe o "0% corrupto"?

               No Brasil, vivemos uma realidade paralela. Temos as pessoas mais ricas e as mais pobres também, são dois cenários que se contrapõem todos os dias. No sinal o menino pede uma moeda, no plenário o deputado desvia a verba. Estamos no momento da ascensão, com a faca e o queijo na mão. Tem o pré-sal, o destaque internacional e para o pobre falta 1 real.

              Historicamente acompanhamos as grandes fraudes com as quais o Brasil sofreu e sofre até hoje as consequências. Será que a culpa toda é de quem está no poder? Vamos nos colocar no lugar, será que você, com 1 milhão nas mãos e chances de arrecadar 10 mil para sua mãe no hospital, não faria um bom desvio de verba? É claro que lá no plenário o roubo é por bem menos, e disso nós sabemos, mas não interessa o motivo, os honestos e íntegros não deixam a desejar, esses anônimos fazem grandes diferenças na sociedade, salvam muitas vidas inclusive, enquanto os corruptos e corruptores eliminam as chances de muitos viverem..., pasmem: matam muitos ao assim proceder.

              Nós erramos no simples. Quando somos colocados sob pressão, procuramos um desvio, muitas vezes até de conduta. O que parece é que essa mentalidade preguiçosa entrou em nossas cabeças e agora se necessita de um esforço muito grande para tirá-la. Escutamos: "Não tem problema, é pouquinho mesmo, eles roubam milhões". Aí está o grande problema, desde pequenos, no ciclo básico da educação, somos condicionados à troca, à chantagem. Quem nunca ouviu "Se você não fizer o que a mamãe falou, vai ficar de castigo, não ganha o brinquedo." Esse condicionamento é carregado a vida toda e quando chega o poder, o desvio de conduta acontece.

              A solução para tudo isso pode ser que nunca encontremos, mas parados é que não dá para ficar. Em vez de críticas aos "homens do poder", deveríamos (devemos) combater a corrupção pouco a pouco. Começa em casa, aprendendo valores elevados como respeito às pessoas e aos bens de uso comuns, ensinado aos filhos pelo exemplo, formando uma geração base com um bom caráter; depois na escola colocando em prática tudo aquilo que aprendemos, assim também na faculdade, no mercado de trabalho e na vida em sociedade. Todos os dias somos colocados em prova, cabe a cada um decidir o futuro da sua nação combatendo aos poucos a desonestidade e a corrupção. Busquemos então os bons modos, a integridade e a verdade em qualquer situação.
 

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Edson F. A. Junior
Futilidade
Escrito por Edson F.


Nossa, como é digna de dó uma pessoa fútil, sempre querendo ser o(a) mais bonito(a), o(a) mais inteligente, o(a) mais arrumado(a), o(a) mais cheiroso(a) e o(a) menos verdadeiro(a) possível... É triste saber que essas pessoas buscam por prazeres efêmeros, por amizades pautadas em interesses e por relacionamentos de aparência, na verdade, essas pessoas são fracas, deprimidades e com uma auto-estima muito baixa, por isso precisam se cercar de coisas banais para poder sentir o que chamam de "felicidade"; mas, será que essa falicidade existe? Sera que é possível ser feliz sabendo que as pessoas gostam do seu personagem? Essas são dúvidas que martelam em minha cabeça e me fazem ter a certeza de que ser verdadeiro é a forma mais correta de levar a vida; melhor odiarem quem você é do que amarem seu fake. Por isso, você que é fútil, caia na real e pense no que realmente importa: você, mas você de verdade.

 

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João Victor
Um Novo Ano Novo
Escrito por João Victor

Novo ano novo

Não quero mais conviver com as mesmas pessoas, sair com os mesmos colegas, curtir com os mesmos amigos, ter a mesma merreca de dinheiro. Acordar todo dia de manhã, pegar trem lotado, ônibus cheio, metrô fudido. Andar a pé, viver sem ar-condicionado, dormir no calor; ter meus tênis que as solas saem, ouvir a merda que os outros falam no meu cotidiano, evitar alguns futebolzinhos de merda, sair para os mesmos lugares. Cansei de beber os mesmos whiskies, ter as mesmas roupas, ficar em casa no MSN. Cansei das mesmas boates de merda com a mesma gente de merda ou da mesmice desse pessoal. Aturar uma faculdade bunda com um curso sem pé nem cabeça. Morar nesse Rio de Janeiro, nunca ter viajado ao exterior, não desenrolar com as gringas. Aturar cheiro de cigarro desses putos. Esbarrar com gente mal educada. Ter meu earphone de merda que só funciona um lado. Ter uma vidinha sedentária porque a grana não permite. Ter que conviver com as merdas que já falaram pra mim, aturar o que esses putos falam de mim, compreender o tempo que eu perdi aceitando as merdas que vadias falavam pra mim. Cansei de tirar foto de cabeça levantada, de dedinho levantado com a mesma sem-gracisse de sempre. Cansei de ficar tirando fotos do nada achando que sou alguém visionário ou criticar coisas e escrever textos achando que sou importante. Cansei de limitar minhas coisas, achar que essas pessoas um dia poderão ser parecidas comigo ou semelhantes para que possamos aproveitar as mesmas coisas. Cansei de sonhar que um dia eu irei à Islândia visitar toda aquela terra. Cansei de escrever essa merda.
 Um dia, um dia, isso tudo irá mudar para um feliz novo ano novo.

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Fernando Fantin Vono
Neymar e as fofocas futebolísticas
Escrito por Fernando Fantin

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Neymar como figura pública não é lá grande coisa. Não que não seja influente, haja visto a quantidade de garotos com o moicano igual ao dele, isto o é, apenas não parece querer usar dessa influência para defender opiniões ou ideologias, como o fez Sócrates. São outros tempos e de nada adianta começar uma análise a partir de um pressuposto vanguardista ou reacionário, seja de um grupo ou de uma pessoa, ou então cometeríamos o mesmo erro do FHC sociólogo. Não, o Neymar não se importa com política, e em sua entrevista com Kennedy Alencar, mostrou que prefere evitar questões polêmicas, seu negócio não é falando, mas sim com a bola no pé, e nas publicidades, claro está.

Porém, mesmo evitando escândalos, mesmo se esquivando das ciladas e joguetes, e palpites que armam para ele, é quase que inevitável que o nome do garoto não apareça, pelo menos uma vez por semana, envolvido em alguma polêmica ou especulação.

Dessa vez quem se manifestou foi o cartola corintiano, Andrés Sanchez. Para o presidente, o Santos já deveria ter vendido o jogador, porque a oferta era muito grande, aproximadamente 70 milhões de reais iriam para o clube, e com a renovação do contrato até 2014, além do Santos perder sua porcentagem sobre o direito de imagem, corre o risco de não receber nada pela venda do jogador.

Apesar do comentário ter soado como intragável para os ouvidos santistas, muitos concordaram com a ideia de Andrés, extremamente racionalista, do ponto de vista prático. Por mais que dê vontade de mandar Andrés à merda, sua ideia é perfeitamente entendida como normal, como nada absurda. Aliás, o fato de o Neymar ter ficado é que foi estranho, quando o normal seria ter ido para a Europa. Mas por que a ideia de Andrés não nos soa como uma ofensa, apesar de sentirmos essa pontada no estômago quando a ouvimos? Por que é de se esperar que os craques sejam todos exportados? Por que esperar que essa exportação de matéria prima brasileira seja a galinha dos ovos de ouro dos clubes?

Ora, tudo isso acontece por causa do discurso. Não existe o que seja normal, existe o que é ou não é normalizado. Acontece que é normalizado o modelo utilitarista de pensar as coisas, e também é normalizada a financeirização do futebol. Assim, os analistas esportivos na TV, internet e nos jornais, não conseguem fugir muito do formato de análise que esse modo de ver as coisas proporciona, por isso muitos concordaram com Andrés.

Porém, o que o cartola não consegue entender é que existem outros modelos de pensar, existem outras lógicas e, mais ainda, que o valor das coisas não está em si, no dinheiro que proporcionam, ainda vale muito mais, a honra e o prestígio. Ele não consegue entender que mesmo que o Santos saia sem nada dessa transação, terá valido muito mais o simples fato de ter mantido o Neymar no time.

Pode-se até dizer que o Luis Álvaro agiu com paixão, agiu irracionalmente, mas aí teremos que perguntar o que é a razão, e mais ainda, como ele foi construída. Só que com isso, corre-se o risco de ver que a razão é uma normalização.

Afinal de contas, mesmo nesse esporte extremamente capitalizado, ainda há coisas que contam mais que o dinheiro. Mas talvez Andrés saiba um pouco disso, que dirá da contratação do Adriano? A não ser que o interesse no Adriano fosse apenas nos patrocínios, aí a torcida mais fiel do país estaria muito mal representada.

 
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Fernando Fantin Vono
O infelizmente constante debate entre corrupção e impostos...
Escrito por Fernando Fantin

Comentário meu no artigo Urgência na Saúde, de Paulo Kliass no Correio do Brasil, realmente vale uma mirada. Aproveito o espaço para inserir neste blog o debate imposto X corrupção, e ir na contra-mão da opinião corrente sobre o tema.

"É óbvio que exista a corrupção, não há quem o possa negar. Mas bradar contra os impostos como mecanismo para reduzir a corrupção é, no mínimo, inocência.
Não sejamos, pois, voluntariamente ignorantes (outro nome para inocência desta natureza). A manutenção de um estado de bem estar, como se quer seja o Brasil, carece de tributação que a alimente, e incidindo ela, sobre transações financeiras, por natural movimento, incidirá em quem mais movimentações financeiras realize, os ricos, assim se tornando um sofisticado mecanismo de tributação progressivia. A esse ponto, também se faz óbvio o motivo da guerra que a grande mídia e os setores conservadores da população fazem contra, não a corrupção, mas os impostos."

Em http://resistenciacotidiana.blogspot.com/2011/09/o-infelizmente-constante-debate-entre.html
 
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Gustavo Hobold
Ensaio Sobre o Arbítrio (Parte I)
Escrito por Gustavo M. Hobold

O que é “fazer o bem”? Você pode me responder: fazer o que é bom para alguém ou algo que alguém gosta. Aqui começa minha indagação: se eu gostar de sofrer, quando você tomar um chicote e lascar meu couro, você estará fazendo o bem? Se você gosta de estuprar crianças, fazendo isso estará fazendo o bem a si mesmo?

Embora nesse texto eu não queira tocar no assunto religião, acredito que seja praticamente impossível alguém que lê não levar para esse lado, mas eu espero que as pessoas credoras consigam interpretar isso de uma forma a não levar para nenhuma crença pessoal. Meu objetivo aqui é questionar qual a origem do bem e qual a origem do mal. Da onde nasce nossa moral e por que nossas leis são definidas dessa forma: de fato, por que é errado matar uns aos outros, estuprar crianças ou até mesmo transar em público? O que há de tão intimamente errado nessas coisas que nos faz ter extrema repulsa?

Desde a origem da humanidade, temo-nos organizado em grupos, pois, de fato, a convivência é mais útil para nós mesmos do que a solidão, pois, no fundo, nós, seres humanos, somos criaturas extremamente selvagens e egoístas. Olhe a sua volta e absolutamente tudo que você faz é em benefício próprio: ninguém faz algo a alguém sem esperar algo em troca. Quando você dá um presente a alguma pessoa, por mais que não espere nada material em troca, quer o carinho desse indivíduo, pois esse afeto lhe faz se sentir confortável. De fato, não me retraio a dizer que toda a demonstração de amor é, de certa forma, egoísta. Mas está tudo bem, pois nascemos assim, nossa sociedade cresceu e desenvolveu em cima dessa ideologia e isso faz a maioria das pessoas sentirem-se confortáveis com sua existência.

Mas o que isso tem a ver com a essência de bem e mal? Bom, o que foi escrito no parágrafo anterior não possui muita relação se não a de descrever nossos instintos mais selvagens e suas origens, mas acredito que esse egoísmo (e não quero que isso seja retratado como algo ruim, pois de fato não é) está intimamente ligado com a origem do bem e do mal.

Fazer essa ligação é uma tarefa extremamente difícil e talvez até tediosa demais, pois é necessário muito estudo (que eu certamente não tenho, por isso chamo esse texto de ensaio e não de tese) sobre as diversas áreas da psicologia, história e filosofia humana (coisas nas quais estou longe de ser especialista, pois, de fato, minha área são exatas), mas me atrevo a cutucar certos desenvolvimentos com meu leigo conhecimento.

Para organizar ideias, vamos tomar uma certa tribo primitiva que, em nossa cabeça, será uma organização humana cujos integrantes jamais tiveram qualquer contato com os integrantes de qualquer outra tribo. Agora retrocedamos mais um pouco, tomando um único indivíduo constituinte dessa tribo e o chamaremos de fundador. O que levou esse homem ou mulher (ok, vamos supor que tenha sido um homem, realmente não faz diferença) querer realmente fundar (interprete fundar como algo completamente inocente, é claro, nada formal) uma comunidade? É aí que nosso egoísmo entra em cena. Sendo selvagem e possivelmente tentando transar com animais e até seres inanimados, encontrar o primeiro parceiro da sua espécie (homem ou mulher, tanto faz), sentiu-se provavelmente saciado com o sexo e quis tê-lo por perto para transar quando quisesse. Mas e se o homem tivesse sido zoófilo? Bom, ele poderia ter-se saciado com um lobo ou qualquer outro animal e o lobo, por sua vez, tê-lo devorado ou ele simplesmente teria parado de procurar um companheiro da mesma espécie, não se tornando o fundador da tribo.

Mas é claro que a busca pelos prazeres sexuais podem não ter sido a causa de sua busca por outro humano, mas decidi falar sobre isso e, de fato, não faz diferença qual “benefício” um poderia extrair do outro, mas instintivamente não haveria qualquer razão de um homem envolver-se com outra pessoa da mesma espécie se não estivesse procurando algo em troca, por mais que esse “algo em troca” seja o afeto do outro indivíduo.

Note que descarto aqui qualquer intuito metafísico ou chamado divino que poderia ter usado a união de elementos da mesma espécie para um objetivo prescrito, pois não chegaríamos em lugar nenhum e eu poderia simplesmente concluir dizendo que “uma entidade metafísica quis que o bem fosse tal coisa e assim se fez”. Meu objetivo aqui não é esse, mas sim descrever como o bem e o mal pode ser explicado através do estudo psicológico humano.

Então o homem conheceu o outro indivíduo e sentiu-se satisfeito. Percebeu que além do benefício que os fez unirem-se, podia extrair muitos outros, como mão-de-obra para serviços sobre os quais ambos poderiam usufruir. Então foram percebendo que sua sociedade poderia ficar ainda maior e mais beneficiadora, unindo mais pessoas a seu redor e, finalmente, fundando nossa tribo completamente isolada de qualquer outra comunidade humana a partir do egoísmo de uma ou duas pessoas.

Notando que sua tribo começara a ficar tão grande que perdera quase que total controle pessoal sobre ela, estabeleceu leis que julgara corretas, como, por exemplo, achando que a dor infligida a si era ruim, baniu a causa de dor alheia de modo que não fosse expurgado de sua própria tribo e perdesse seus benefícios.

A pergunta que deixo para a segunda parte é: e se o fundador fosse masoquista?

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Carmozina
Minha Opinião Sobre a Gravidez na Adolescência...
Escrito por C. Portes

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Atualmente estamos vivendo num mundo que evolui gradativamente, dormimos acreditando fielmente em uma coisa e acordamos com varias teses, teorias e dossiês comprovando que a coisa que acreditavamos era uma farça. Um país não pode parar no tempo, ele tem que se acostumar com as novas ideias e tecnologias, essas que podem ser uma faca de dois gumes.

O que  antes não podia ser falado em público, hoje é gritado aos quatro ventos, os pais há alguns anos atrás não aceitavam a ideia de ter que conversar sobre sexualidade com seus filhos, o sexo era um assunto que só era abordado depois da considerada "idade certa" para aquela época. Hoje, esse assunto é tratado em todos os meios possíveis, em algumas escolas existem disciplinas específicas sobre a temática, crianças aprendem desde cedo noções de sexualidade que respondem os principais questionamentos sobre saúde sexual e reprodutiva. Quando começam a aparecer meninas e mais meninas grávidas, muitos ainda dizem ser por falta de informação, essa mesma informação que imacula nossas crianças, que tiram a inocência que antes era tão prezada nas famílias.

Se uma menina não ouvisse falar de sexo como sendo uma coisa normal na sua propria escola, ela não teria a curiosidade de ver como é feito e de fazer, porque crianças não sentem prazer nesses tipos de coisa, elas querem brincar, correr, colorir desenhos, elas querem fazer coisas típicas da fase da infãncia, que aos poucos está sendo roubada. O problema da gravidez na adolescência não é pela falta de informação como muitos pensam, é pelo excesso, pela ênfase que é dada a esse assunto. Existe uma idade certa para cada coisa e para cada momento, crianças não devem ter acesso tão livre à assuntos sobre a sexualidade  porque elas não têm maturidade suficiente para compreensão correta, a elas cabem entender sobre brinquedos e brincadeiras. Sexo definitivamente não é assunto de criança.

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Camila
Minha Opinião Sobre Aborto de Anencéfalos...
Escrito por Camilax

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O índice de abortos no Brasil cresce consideralvelmente, cerca de 423% anualmente de acordo com a pesquisa realizada pela revista Veja. Entre vários motivos que levam uma mulher a cometer aborto, está o caso dos fetos anencéfalos. Mas antes de se discutir a legitimidade do aborto em casos de anencefalia, faz-se necessário expor que, a anencefalia é uma anomalia diagnosticável, onde o feto não apresenta cérebro e é fatal em 100% dos casos; e que o aborto consiste na destruição do feto antes do início do parto, ou seja, o aborto ocorre quando a vida intra-uterina é interrompida.

A lei brasileira autoriza aborto em casos de estupro e de anencefalia, mostrando-se mais flexível que em muitos outros países. Mas, mesmo com tal avanço, ainda existem barreiras que impedem muitas vezes que uma mulher aborte. Um exemplo fácil de se identificar, e que vem causando interferências consideráveis, é a influência da Igreja sobre a sociedade, sendo determinantemente contra o aborto, alegando ser a favor da vida e da dignidade humana, não importando o estágio do seu desenvolvimento, e que não temos direito de "tirar" a vida de ninguém.

Mas venho aqui discutir sobre a vida e dignidade da mulher grávida de um anencéfalo. A mulher que leva esta gravidez adiante corre grandes riscos à sua saúde e até mesmo risco de morte, em razão ao alto índice de óbito intra-ulterino desses fetos. É necessário pensarmos no desgaste físico, e mais que isso no desgaste emocional que sofrerá uma mulher que desnecessariamente carrega em seu ventre um filho que não tem nenhuma chance de viver após o parto, e que ela, além da dor física que terá durante nove meses, sofrerá de forma que somente quem está na situação pode entender, ao imaginar que seu filho, que respondia a estímulos dentro de sua barriga mesmo que por fatores puramente biológicos, após "nascer" irá "morrer" em no máximo 24 horas. É um dano irreparável a uma mulher.

Além disso, fora do universo dogmático da fé, não há argumento razoável para obrigar uma mulher a manter uma gravidez de um feto sem cérebro. E sendo o Brasil um país laico não será a Igreja que irá determinar aquilo que a  sociedade deve fazer. Afinal, se uma mulher pode se decidir a manter a gravidez de um feto anencéfalo, deve poder também decidir-se a interrompê-la, pois ninguém sabe como ela se sente e o que quer parar si.

Como nossa Constituição estabelece, somos livres e temos capacidade de gerirmos nossas próprias vidas, sem interferir nas opiniões e escolhas alheias. E  no final de tudo é isso que venho discutir. Pare e pense.. quem é você para julgar uma decisão assim apenas pela idéia religiosa que você possui? Vamos crescer.

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Minha Opinião Sobre a Justiça...

" O termo justiça (do latim iustitia, por via semi-erudita), de maneira simples, diz respeito à igualdade de todos os cidadãos. "

Um termo nascido nas épocas greco-romanas, até hoje permeia nossa sociedade e as atitudes humanas. A justiça tem sido, supostamente, um meio de colocar todos os cidadãos em pé de igualdade. Santa ilusão...

Alguém aqui já viu a justiça ser feita? Alguém já viu a aplicação eficaz dos Direitos de todos? Onde se encontra a igualdade? Acho que não, pois a Justiça propriamente dita não existe... É apenas uma ferramenta de vingança formal, muitas vezes manipulada por quem tem mais dinheiro. Um exemplo bem básico disso: Todos temos o direito  inviolável á vida, certo? Pois bem, uma jovem estudante bela e esforçada anda na rua. Bang! Vem um tiro em sua cabeça e ela cai morta. O autor do disparo pega os perteces da moça, e corre. Dias depois ele é pego, e mandado para a cadeia, e lá, ele morre na mão de outros presos. A "justiça" foi feita. 

Mas e aí? Onde fica o direito á vida da moça? Mandar o criminoso pra cadeia, e lá ele morrer porcamente. A jovem continua morta, e a família com a ilusão de que a justiça foi feita. Justiça não existe. Se existisse, de fato, traria a moça de volta à vida, e o criminoso ficaria na cadeia. Não sou contra as punições, pelo contrário. Apenas acho uma ilusão o ser humano basear sua conduta num termo vazio e cheio de furos.

Se justiça funcionasse, psicopatas não sairiam soltos por aí depois de cometer abusos e atos maldosos. Se justiça funciosasse, metade dos problemas do mundo seriam sanados. Se justiça funcionasse, crianças na África não morreriam a cada 6 segundos de subnutrição..

Seus direitos só vão até onde convém o próximo. Tente acusar alguma autoridade pública de algo, tente denunciar as atrocidades que os policiais cometem por aí todos os dias. Certamente você desaparecerá no meio da noite sem deixar vestígios...

O Direito, a Democracia e o conceito de Justiça só funcionaram um pouco na Grécia/Roma antiga. No mundo atual, só é lindo e maravilhoso na idéia e nos milhares de livros sobre, porque na prática, não funciona e na maioria das vezes serve de máscara para alguns cometerem atos duvidosos.

Estudantes de Direito, atenção: Se você acha que está fazendo este curso para promover o bem e a harmonia da sociedade, aplicando a lei ( que nem os próprios legisladores a seguem), desista. O Direito hoje é apenas um mercado de trabalho qualquer, burocrático e oligárquico, e não mais a roda central do bem-estar de uma sociedade. É apenas um jogo de interesses para ganhar dinheiro usando conceitos antigos que não funcionam mais. Não estou generalizando nem desmerecendo a "ciência", apenas avisando aqueles que se encaixam na descrição.

E qual a conclusão disso tudo?

Direito é falho, Justiça não existe e o mundo é uma merda.

Assino embaixo.